segunda-feira, 28 de junho de 2010

Produção de petróleo e gás da Petrobras no Brasil e no exterior cresceu 2,1%

28/06/2010

Olá pessoal, o nosso blog está crescendo, e a cada dia teremos mais informações pra vocês..

A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil e no exterior em maio foi de 2.599.131 barris de óleo equivalente diários (boed). Esse resultado ficou 2,1% acima do volume registrado no mesmo mês de 2009, quando foram produzidos 2.546.553 boed, e se manteve no mesmo nível do volume total extraído em abril de 2010 (2.598.463 boed).

banco de imagens: petrobras.

Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Vazamento de petróleo pode ser o dobro de estimativas anteriores



Óleo está vazando desde explosão de plataforma no fim de abril
Novos dados divulgados nesta quinta-feira pela US Geological Survey, ligada ao governo americano, indicam que o vazamento de petróleo na costa dos EUA chegou a 40 mil barris de petróleo por dia, mais que o dobro de várias estimativas anteriores.
Segundo os dados do órgão, este volume pode ter sido alcançado antes de a BP, a empresa que operava a plataforma, conseguir desviar o petróleo vazado através de um funil, no dia 3 de junho.
A BP diz que está conseguindo desviar e recolher em navios mais de 15 mil barris por dia.
O professor de oceanografia da Florida State University, Ian McDonald, disse que a BP subestimou o volume de vazamento e que essa diferença pode ter tido grande impacto negativo na escala da operação de limpeza organizada pela petroleira.
"Eles subestimaram a taxa de vazão e superestimaram a sua capacidade de conter aquela taxa com o procedimento de top-kill", disse McDonald.
"Depois eles mudaram e tentaram recuperar o óleo com este funil gigante. Mas 15 mil barris por dia claramente não é sequer a metade do petróleo que está vazando."
O óleo está vazando de um poço danificado a 1,5 mil metros de profundidade no Golfo do México desde a explosão da plataforma Deepwater Horizon, no dia 20 de abril, em um incidente que matou 11 trabalhadores.
Segundo a BP, na quarta-feira, um sistema de captação do petróleo derramado conseguiu coletar 15,8 mil barris, volume pouco superior aos 15 mil barris que a empresa diz ter coletado no dia anterior.
Ataques
Em meio ao descontentamento em relação às medidas que estão sendo tomadas, o presidente da petroleira British Petroleum (BP), Carl-Henric Svanberg, se encontrará com o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca na próxima semana.
A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse que houve "falta de integridade" por parte da BP, responsável pela operação de uma plataforma que explodiu em abril, provocando vazamento de petróleo no Golfo do México.
"Está claro que houve falta de integridade por parte da BP em relação ao que nos informou sobre a adequação de sua tecnologia, de seus recursos para prevenção de explosões e de sua capacidade de limpeza", disse a democrata, após uma reunião na Casa Branca com o presidente, Barack Obama, e com lideranças do Congresso.
Ao ser questionada sobre se a BP deveria suspender o pagamento de dividendos a seus acionistas até garantir que as vítimas do vazamento de petróleo serão compensadas por suas perdas financeiras, Pelosi disse que sim.
"Eles faturaram US$ 17 bilhões no ano passado. Eles deveriam pagar esses pequenos comerciantes primeiro", afirmou.
Na quinta-feira, as ações da petroleira britânica registraram queda de 6,6% na Bolsa de Londres.
Retórica anti-britânica
Em meio a temores de que também a relação entre Estados Unidos e Grã-Bretanha possa ser afetada pelo incidente, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, deverá discutir a questão com Obama neste fim de semana.
Entretanto, um porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, minimizou a suposta "retórica anti-britânica" nos Estados Unidos e garantiu que o incidente não vai afetar as relações entre os dois países.
"A BP é uma empresa privada", disse o porta-voz. "Isso (o desastre) não interfere no relacionamento entre os Estados Unidos e seu aliado mais próximo."
Na próxima segunda-feira, Obama fará sua quarta visita ao Golfo desde o início do vazamento, em mais um esforço para rebater as críticas quanto à reação do governo diante do desastre.
Cinco Estados americanos foram atingidos pela mancha de petróleo, e o vazamento já é considerado o pior desastre ambiental da história do país.
Nesta quinta-feira, Obama recebeu na Casa Branca familiares dos 11 funcionários que morreram na explosão.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/06/100611_bp_nova_pu.shtml

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Principais vazamentos de petróleo no mundo e nos Estados Unidos


Cerca de 5 mil barris de petróleo vazam por dia no Golfo do México
MADRI - A maré negra que atingiu a costa do estado americano de Louisiana e que ameaça gerar "uma catástrofe nacional" é uma das maiores registradas nos Estados Unidos. Entre as tragédias mais graves deste tipo no mundo destaca-se a que aconteceu em 24 de março de 1989, envolvendo a embarcação americana Exxon Valdez.

O petroleiro se chocou contra um recife, no Alasca, o que gerou um vazamento de 42 mil toneladas de petróleo, causando uma maré negra de 6 mil quilômetros quadrados e que, até o momento, foi o maior desastre ambiental na história dos EUA.

Já em 3 de junho de 1979, a plataforma mexicana "Ixtoc 1" se rompeu na Baía de Campeche (México) e derramou 420 mil toneladas de petróleo no mar. A enorme maré negra afetou durante mais de um ano as costas de uma área de mais de 1.600 quilômetros quadrados.

Em agosto de 1994, a ruptura de um oleoduto na República Autônoma dos Komi, no norte da Rússia, causou uma catástrofe ambiental de grandes dimensões, com um vazamento de entre 200 mil e 300 mil toneladas de petróleo sobre os campos de Usinsk e os rios Usa e Kolva.

A maior maré negra do último ano aconteceu no dia 21 de agosto de 2009, no Mar do Timor, causada por um vazamento de 450 toneladas de gás e petróleo de duas plataformas da companhia PTTEP Australasia. Foi formada uma maré negra que cobriu 10 mil quilômetros quadrados no sudeste asiático.

Além destas tragédias causadas por acidentes, entre os maiores vazamentos de petróleo da história foi provocado pelo Governo do Iraque, que em janeiro de 1991 jogou no Golfo Pérsico mais de 1 milhão de toneladas de óleo dos poços do Kuwait para dificultar o desembarque aliado. A mancha negra se estendeu a cerca de 3.200 quilômetros quadrados e causou enormes danos ecológicos.

Nos últimos 40 anos, os EUA sofreram várias marés negras grandes, além da causada pelo desastre do "Exxon Valdez".

No dia 29 de março de 1971 o petroleiro americano "Texaco Oklahoma" naufragou a cem milhas de cabo Hatteras, na costa leste do EUA, o que causou um vazamento de 32.900 toneladas de petróleo.

No dia 6 de março de 1990, a embarcação "Cibro Savannah" explodiu e pegou fogo em Linden, no estado de New Jersey, e causou um vazamento de mais 32 toneladas de hidrocarbonetos.

Três meses depois, no dia 8 de junho, o petroleiro "Mega Borg" derramou 20.500 toneladas de petróleo em Galveston, no sudeste do Texas.

Já no dia 16 de setembro, também de 1990, o petroleiro "Júpiter" pegou fogo em City Bay, Michigan.

No dia 10 de agosto de 1993, três navios bateram na Baía de Tampa, na Flórida, entre eles o "Bouchard", que derramou mais de 84 toneladas de óleo.

Mais recentemente, no dia 7 de novembro de 2007, o cargueiro sul-coreano "Cosco Busan", de quase 280 metros de comprimento, se chocou contra a base da ponte que une San Francisco à cidade de Oakland por causa de um denso nevoeiro. Foram derramadas mais de 132 toneladas de petróleo.

Já em 2010, no dia 23 de janeiro, a colisão entre duas embarcações, um navio-tanque de 182 metros de comprimentos que transportava petróleo e um navio-guindaste que rebocava uma barcaça, causou o vazamento de 1.700 toneladas de petróleo em Port Arthur, a 150 quilômetros de Houston.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,principais-vazamentos-de-petroleo-no-mundo-e-nos-estados-unidos,545094,0.htm

EUA: vazamento de petróleo foi o dobro do estimado inicialmente



Pelicanos cobertos de oleo resgatados da costa da Louisiana

NOVA ORLEANS, EUA — Autoridades americanas estimam que o vazamento de petróleo no Golfo do México seja mais do que o dobro das cifras apontadas desde o afundamento da plataforma da BP, que, na sexta-feira, anunciou que estuda cortar os pagamentos de dividendos a seus acionistas.

Cerca de 40.000 barris de petróleo - em torno de 6,4 milhões de litros ou 5.260 toneladas - estão sendo derramados diariamente no Golfo do México devido aos danos no poço da BP, segundo a estimativa de cientistas apresentada na quinta-feira por Marcia McNutt, diretora do Instituto Geológico dos Estados Unidos, encarregada da equipe que avalia o nível do derramamento.

Essa medição foi realizada antes de a BP colocar, em 3 de junho, um funil destinado a conter o vazamento que causa a mancha de óleo. O cálculo anterior da equipe dava conta de um derramamento de 12.000 a 19.000 barris de petróleo diários.

O presidente Barack Obama criticou energicamente nesta semana o gigante de petróleo, afirmando desejar saber "de quem deveria chutar o traseiro" neste caso.

A rejeição em Washington da BP preocupa os líderes empresariais e a classe política de Londres, enquanto as ações da BP - parte da carteira de muitos fundos de pensão - caem devido à inquietação sobre o crescente custo da operação de limpeza no Golfo.

Os investidores temem que as críticas obriguem a BP a suspender o pagamento de dividendos, que representam uma fonte de sustento para milhões de aposentados detentores de ações do grupo, cuja cotação caiu cerca de 50% desde a explosão em 20 de abril da plataforma Deepwater Horizon, que deixou 11 operários mortos e derivou, dois dias depois, no naufrágio da estrutura de prospecção e a avaria do poço que deu início à catástrofe.

Nesse contexto, Obama convocou uma reunião para a próxima quarta-feira na Casa Branca com o presidente do Conselho de Administração do grupo, Carl-Henric Svanberg, e outros líderes da companhia.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hCeo6NGcwPslttUUPn-7QDVMOdiA

terça-feira, 1 de junho de 2010

" PETRÓLEO " no PREÇO atual '

Se o preço do petróleo permanecer nos patamares atuais ao longo dos próximos anos, o Brasil terá o cenário ideal para investir na produção de etanol e biodiesel e faturar com a exportação desses combustíveis. A conclusão é de um estudo encomendado pelo NAE (Núcleo de Assuntos Estratégicos, ligado à Presidência da República), que aponta que os biocombustíveis serão economicamente viáveis se o petróleo continuar acima de US$ 40 por barril.
O trabalho, coordenado pelo economista Helder Pinto Júnior, professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), será usado pelo governo federal para definir as políticas voltadas à produção de etanol e biodiesel. A pesquisa faz parte de uma série de avaliações feitas pelo NAE através do Projeto Brasil 3 Tempos, que traça perspectivas para o país para 2007, 2015 e 2022.

O estudo do professor da UFRJ analisa a viabilidade econômica dos biocombustíveis a partir de três projeções do preço do barril do petróleo para 2022: abaixo de US$ 40; entre US$ 40 e US$ 80; e acima de US$ 80. "Com a recente alta do petróleo - que aumentou de US$ 23, US$ 24 por barril, em 2003, para US$ 60 -, todos os países perceberam a necessidade de rever suas matrizes energéticas, de implantar uma matriz menos dependente do petróleo. Mas a transição dessa matriz está diretamente relacionada ao custo. Por isso foi usado o preço do petróleo nas projeções", explica o economista.

No primeiro cenário projetado, com o petróleo abaixo de US$ 40 por barril em 2022, essa transição para uma matriz energética mais limpa seria postergada, de acordo com o estudo. A esse preço, a implantação dos biocombustíveis dependeria de subsídios governamentais, "o que não faz o menor sentido", afirma o professor. "Não dá para deixar de investir em saúde e educação para aplicar o dinheiro em um recurso que vai beneficiar os 15% da população de maior renda. A não ser que haja restrições ambientais, nesse caso a transição levaria mais tempo", completa.

A segunda projeção é a melhor para o Brasil, com o preço do barril oscilando entre US$ 40 e US$ 80. Nesse caso, haveria uma tendência de os países usarem o álcool e o biodiesel como alternativas aos derivados de petróleo, inclusive importando esses combustíveis. "Com esse cenário, o Brasil teria uma grande oportunidade para se tornar o líder mundial na produção de biocombustíveis. No álcool, nenhum país tem a experiência brasileira, mais de 30 anos produzindo. A produtividade do interior paulista é imbatível. O Brasil tem vocação para assumir essa liderança", afirma. O terceiro cenário, com o preço acima de US$ 80 por barril, também favoreceria o Brasil, mas criaria um risco. O alto custo do petróleo poderia desencadear uma corrida tecnológica nos países pelos chamados biocombustíveis de segunda geração - produzidos a partir de resíduos de celulose, como palha ou bagaço de cana -, o que reduziria o mercado para o álcool e o biodiesel brasileiros.

Mas, independentemente dos rumos do preço do petróleo, o Brasil precisa começar agora a planejar as políticas estratégicas para os biocombustíveis, afirma o economista. "Temos que estar preparados para quando o mercado dos biocombuistíveis explodir. Temos uma janela enorme escancarada e não podemos deixar passar a oportunidade", destaca.

Petróleo no mundo !


Quanto tempo vai durar o petróleo no mundo?
A estimativa depende da descoberta de novas reservas, do aumento da produtividade nos poços e da evolução do consumo no mundo !



Se tudo ficar como está hoje, o petróleo vai durar mais 40 anos. Para chegar a esse resultado, fomos atrás do total de reservas no mundo – 1,2 trilhão de barris segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Em seguida, dividimos esse valor pela média de produção – 81 milhões de barris por dia. Nos cálculos, consideramos apenas as reservas provadas, sem levar em conta projetos ainda em avaliação, como a reserva brasileira de Tupi.

Outro fator que pode dar uma sobrevida ao combustível é a melhora das tecnologias de extração. “Nunca imaginamos tirar petróleo em bacias com mais de 7 mil metros de profundidade. Hoje, isso já é possível”, diz o geólogo Chang Kiang, da Unesp.

PANE SECA
Saiba quando as reservas de óleo de alguns países podem se esgotar

IRAQUE
Estimativa de duração:158 anos
Produção, em milhões de barris por dia: 1,9
Reservas, em bilhões de barris:115

A invasão americana do país provocou uma baixa na produção de petróleo de 1 milhão de barris por dia – cinco vezes a produção diária da Itália! Só para ter uma idéia, em cada barril cabem 159 litros de petróleo. São, portanto, 159 milhões de litros de petróleo a menos, o que daria pra encher cinco "piscinões de Ramos”.

ARÁBIA SAUDITA
Estimativa de duração: 67 anos
Produção, em milhões de barris por dia: 10,8
Reservas, em bilhões de barris: 264,3

De longe, a Arábia possui as maiores reservas do mundo. São 264 bilhões de barris, praticamente o dobro do vicelíder, Irã, que possui “apenas” 137 bilhões. Tudo isso porque a placa de solo sobre a qual a Arábia está continuamente colidindo com a placa eurasiana. Esse movimento cria dobras no subsolo, gerando vãos onde o óleo se acumula.

RÚSSIA
Estimativa de duração: 22 anos
Produção, em milhões de barris por dia: 9,7
Reservas, em bilhões de barris: 79,5

A Rússia é hoje a maior produtora de petróleo cru, porção mais pesada do líquido, de onde são retirados a gasolina e o óleo diesel, por exemplo. Em julho de 2007, a Rússia pediu à ONU que incluísse em seu território 119 km2 do círculo ártico, área disputada por outros sete países que contém em seu subsolo 400 bilhões de barris.

BRASIL
Estimativa de duração: 18 anos
Produção, em milhões de barris por dia: 1,8
Reservas, em bilhões de barris: 12,2

O campo de Tupi, recém-descoberto na bacia de Santos, vai colocar o Brasil na lista das dez maiores reservas do mundo. Do atual 24º lugar, nosso país vai pular para a oitava ou nona posição. Outro país da América do Sul, a Argentina, tem reservas de apenas 2 bilhões de barris, suficientes para mais oito anos.

EUA
Estimativa de duração: 7 anos
Produção, em milhões de barris por dia: 6,8
Reservas, em bilhões de barris: 17,1

Os EUA são os maiores devoradores de petróleo do mundo, consumindo em média 20 milhões de barris por dia, 14 milhões a mais do que a China, segunda colocada. Cada americano gasta em média 8 toneladas de petróleo por ano, média que foi triplicada nos últimos 30 anos! Os combustíveis alternativos ainda são raridade por lá.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Principais vazamentos de petróleo nos EUA


Veja os principais vazamentos de petróleo registrados nos EUA

A maré negra que atingiu a costa do Estado americano de Louisiana e que ameaça gerar "uma catástrofe nacional" é uma das maiores registradas nos Estados Unidos.
Entre as tragédias mais graves deste tipo no mundo destaca-se a que aconteceu em 24 de março de 1989, envolvendo a embarcação americana Exxon Valdez.
O petroleiro se chocou contra um recife, no Alasca, o que gerou um vazamento de 42 mil t de petróleo, causando uma maré negra de 6 mil km² e que, até o momento, foi o maior desastre ambiental na história dos EUA.
Já em 3 de junho de 1979, a plataforma mexicana Ixtoc 1 se rompeu na Baía de Campeche (México) e derramou 420 mil t de petróleo no mar. A enorme maré negra afetou durante mais de um ano as costas de uma área de mais de 1,6 mil km².
Em agosto de 1994, a ruptura de um oleoduto na República Autônoma dos Komi, no norte da Rússia, causou uma catástrofe ambiental de grandes dimensões, com um vazamento de entre 200 mil e 300 mil toneladas de petróleo sobre os campos de Usinsk e os rios Usa e Kolva.
A maior maré negra do último ano aconteceu no dia 21 de agosto de 2009, no Mar do Timor, causada por um vazamento de 450 t de gás e petróleo de duas plataformas da companhia PTTEP Australasia.
Foi formada uma maré negra que cobriu 10 mil km² no sudeste asiático.
Além destas tragédias causadas por acidentes, entre os maiores vazamentos de petróleo da história foi provocado pelo Governo do Iraque, que em janeiro de 1991 jogou no Golfo Pérsico mais de 1 milhão de t de óleo dos poços do Kuwait para dificultar o desembarque aliado. A mancha negra se estendeu a cerca de 3,2 mil km² e causou enormes danos ecológicos.
Nos últimos 40 anos, os EUA sofreram várias marés negras grandes, além da causada pelo desastre do Exxon Valdez.
No dia 29 de março de 1971 o petroleiro americano Texaco Oklahoma naufragou a cem milhas de cabo Hatteras, na costa leste do EUA, o que causou um vazamento de 32,9 mil t de petróleo.
No dia 6 de março de 1990, a embarcação Cibro Savannah explodiu e pegou fogo em Linden, no estado de New Jersey, e causou um vazamento de mais 32 t de hidrocarbonetos.
Três meses depois, no dia 8 de junho, o petroleiro Mega Borg derramou 20,5 mil t de petróleo em Galveston, no sudeste do Texas.
Já no dia 16 de setembro, também de 1990, o petroleiro Júpiter pegou fogo em City Bay, Michigan.
No dia 10 de agosto de 1993, três navios bateram na Baía de Tampa, na Flórida, entre eles o Bouchard, que derramou mais de 84 t de óleo.
Mais recentemente, no dia 7 de novembro de 2007, o cargueiro sul-coreano Cosco Busan, de quase 280 m de comprimento, se chocou contra a base da ponte que une San Francisco à cidade de Oakland por causa de um denso nevoeiro. Foram derramadas mais de 132 t de petróleo.
Já em 2010, no dia 23 de janeiro, a colisão entre duas embarcações, um navio-tanque de 182 m de comprimentos que transportava petróleo e um navio-guindaste que rebocava uma barcaça, causou o vazamento de 1,7 mil t de petróleo em Port Arthur, a 150 km de Houston.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4407836-EI8141,00-Veja+os+principais+vazamentos+de+petroleo+registrados+nos+EUA.html